A morte nossa de cada dia

Após um acidente de trânsito, uma noiva e uma motociclista alcoolizada se encontram “atreladas” ao mesmo problema: a imprudência no trânsito: uma, por estar atendendo um celular dirigindo um carro; a outra, embriagada, a toda a velocidade e sem capacete.

Tendo uma conversa com a Dona Morte, embalada por muita música e discussão, se conscientizam de que são mais duas personagens desse evento diário que são as mortes por acidentes de trânsito, ocasionados por descuidos, alta velocidade e condutores alcoolizados no volante.

Com muito humor, mas ao mesmo tempo, respeitando e ressaltando a dor da perda de quem fica, a peça faz com que o espectador perceba que a violência no trânsito não é algo distante nem fora da realidade, e que quanto mais cuidados existirem no momento em que se estiver em um veículo, seja dirigindo, seja de carona, melhor para todos.